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É 15 de maio, e vamos falar do dia do Assistente Social, que na sua atuação profissional visa a viabilizar a garantia de direitos, minimizar as desigualdades e promover a cidadania! 

Um dos maiores desafios da profissão é a operacionalização da LOAS – Lei Orgânica de Assistência Social, Nº 8.742 de 07 de dezembro de 1993 a qual norteia o fazer do assistente social, desconstruindo a idéia de benesse, mas se efetiva, numa perspectiva de política pública considerando que o público alvo atendido são sujeitos de direitos e deveres.       

Nesse contexto, o assistente social encontra um solo fértil para desenvolver sua prática e intervenções que são regidas pelas três dimensões do Serviço social: O Teórico Metodológico, O Ético Político e o Técnico Operativo.

O Serviço social tem na questão social a base de sua fundação como especialização do trabalho”.

 Apresentamos duas estatísticas da questão social que tem sido aprofundada: as taxas de 13,9 milhões de desemprego e 5,8 milhões de desalentados conforme apontou o IBGE no quarto quadrimestre de 2020.

 Há também um alto índice de 11,6 milhões de mulheres que criam seus filhos sozinhas as chamadas mães solos, segundo estimativa do IBGE.

“Na capital paulista 7 em cada 10 mães cuidam sozinhas ou quase sozinhas dos filhos, o que representa 69/% de todas as mães paulistanas”, conforme pesquisa da Rede Nossa São Paulo.

A crise sanitária gerada pela pandemia iniciada em março de 2020 e estendendo-se até o momento presente, acentuou ainda mais a questão social aumentando os desafios, mas também ofertando oportunidades.  

É por meio das ferramentas recebidas pela formação acadêmica e o estágio curricular no campo o profissional que assistente social encontra nas situações do cotidiano e em articulação com a rede, outros atores que fazem parte do sistema de garantia de direitos, oportunidades para viabilizar minimamente direitos e operacionalizar as intervenções necessárias de acordo com as demandas que as famílias trazem.

Portanto, apesar dos desafios constantes estabelecidos pela questão social urge reafirmar que é nesse tempo de tantas incertezas que o Assistente Social, mantendo a busca contínua pela formação e atualização do conhecimento, é capaz de se reinventar, a fim de continuar no seu propósito de promover junto as famílias o processo de autonomia e a busca pela emancipação!